terça-feira, 11 de novembro de 2008

Palavras Bonitas...

Ten things I hate about you
( Kat Stratford )


I hate the way you talk to me
And the way you cut your hair.
I hate the way you drive my car.
I hate it when you stare.
I hate your big dumb combat boots
And the way you read my mind.
I hate you so much it makes me sick
It even makes me rhyme.
I hate the way you're always right.
I hate it when you lie.
I hate it when you make me laugh
Even worse when you make me cry.
I hate it that you're not around
And the fact that you didn't call.
But mostly I hate the way
I don't hate you
Not even close, not even a little bit, not any at all.


"Poesia Reunida"
(Martha Medeiros)


111.
Pensei que bastassem palavras
Pra me fazer entender
Que nada
Às vezes minha voz parece dublada
Eu digo uma coisa, ele entende outra
Fica tudo sem começo nem fim
Quem dera eu pudesse contratar um dublê
Pra terminar certas cenas por mim

Canção
(Cecília Meireles)


Nunca eu tivera querido
dizer palavra tão louca:
bateu-me o vento na boca,
e depois no teu ouvido.

Levou somente a palavra,
deixou ficar o sentido.

O sentido está guardado
no rosto com que te miro,
neste perdido suspiro
que te segue alucinado,
no meu sorriso suspenso
como um beijo malogrado.

Nunca viu ninguém
que o amor pusesse tão triste.
Essa tristeza não viste,
E eu sei que ela se vê bem...
Só se aquele mesmo vento
fechou teus olhos, também...

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Sexta, fim de tarde...




E lere... judia de mim judia...
e eu aqui...
sonhando com um lugar desse...
amanhã, sabadão... abrir a porta do quarto e txaram: PRAIA!!!
não!! não...
tenho que pegar uma boa estrada...
(ah Monteiro Lobato, onde foi que vc escondeu o pó de Pirlimpimpim?)
o djeito é esse... olhar... olhar...
esperar as férias, p então poder desfrutar de um lugar assim!
nessas horas dá uma dor no coração...
passaria o fds todim na praia... sem pensar duas vezes...
mas... (suspiro profundo...)



Vou correr pro mar
abraçar as ondas e mergulhar bem fundo
Voltar a superfície e ver o sol se pôr.
E quando a noite chegar
Na transparência dos teus olhos
Verei o brilho do luar
As estrelas cintilar
E a noite acontecer
(by Paulo César Jr.)

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Eu...























Um pouco dessa que vos posta...

Ser-Fumiga






Gente... passeando pela net... encontrei essa obra prima, é de uma graça tamanha...
e de um tudo a ver comigo que não se tem idéia do quanto!!!

Aqueles humanos meio formigas... kkkk...
que se controlam para não abusarem dos doces... mas... não resistem...
Olhar um brigadeiro e não possuí-lo, não degustá-lo é como estar em uma caixa escura e sem ar...
estar na praia e no mar não entrar...

Impossível resistir... já estamos comendo com o olhar!!!


(pra quem quiser conhecer a fonte da imagem: http://gabrielmachado.wordpress.com/2007/07/, uns desenhos muito bacanas!)










quarta-feira, 5 de novembro de 2008


Uso a palavra para compor meus silêncios.
Não gosto das palavras
fatigadas de informar.
Dou mais respeito
às que vivem de barriga no chão
tipo água, pedra, sapo.
Entendo bem o sotaque das águas.
Dou respeito às coisas desimportantes e aos seres desimportantes.
Prezo insetos mais que aviões.
Prezo a velocidadedas tartarugas mais que a dos mísseis.
Tenho em mim esse atraso de nascença.
Eu fui aparelhado
para gostar de passarinhos.
Tenho abundância de ser feliz por isso.
Meu quintal é maior do que o mundo.
(...)
Queria que a minha voz tivesse um formato de canto.
Porque eu não sou da informática:
eu sou da invencionática.
Só uso a palavra para compor meus silêncios.
Carrego meus primórdios num andor.
Minha voz tem um vício de fontes.
Eu queria avançar para o começo.
Chegar ao criançamento das palavras.
Lá onde elas ainda urinam na perna.
Antes mesmo que sejam modeladas pelas mãos.
Quando a criança garatuja o verbo para falar o que não tem.
Pegar no estame do som.
Ser a voz de um lagarto escurecido.
Abrir um descortínio para o arcano.
(Manoel de Barros)

e...
seja bem vinda noite...
cheia de encantos e mistérios...
que refletem tudo que há de tão belo...
nesta alma que carrego!!!
Aline

terça-feira, 4 de novembro de 2008

"Sacrifício de Amor" - Obrigada Senhor


Pela via dolorosa caminhando
Vi um homem carregando
Uma cruz nos ombros seu
Ele tinha em seu corpo chicotadas
Prosseguiu sem dizer nada
Nem se quer se defendeu
Vi também que tinha sangue
No caminho da coroa de espinhos
Que em sua fronte colocaram
Seu semblante ofegante e cansado
O seu rosto machucado
Que os soldados o espancam
Ele estava caminhando pro Calvário
Era triste o cenário
Mesmo assim não recuou
No madeiro perfuraram suas mãos
E chegou a hora da consumação
E ali os meus pecados perdoou
Jesus eu sei que devo a minha vida
Pra aquele sacrifício de amor
Tu me mostraste a porta de saída
Do fundo abismo me tirou
Eu hoje tenho minhas vestes brancas
E o meu nome está escrito lá no céu
Por que uma rude cruz tu não negaste
Mesmo antes que eu nascesse
Tu me amastes
Pra salvar a minha vida Tu fostes fiel.
(Daniel e Samuel)